Central de Ajuda Tipos de agente: qual usar em cada situação

Tipos de agente: qual usar em cada situação

Nível: Iniciante Tempo de leitura: 4 min


Visão geral

A Wevi tem seis tipos de agente. Cada um tem um papel diferente e aparece com um selo na lista de agentes para facilitar a identificação. Você escolhe o tipo ao criar o agente e não pode mudar depois.

Tipo Para que serve Fala com o cliente?
Standalone Atendimento direto, sem divisão de especialidades Sim
Orquestrador Recebe a mensagem e roteia para o sub-agente certo Sim (na triagem)
Sub-agente Especialista acionado pelo orquestrador Sim (quando acionado)
Copilot Sugere respostas para o atendente humano Não
Observador Detecta condições na conversa e dispara eventos ou ações Não
Fluxo Árvore de decisão com botões e caminhos fixos, sem IA Sim

Standalone

O tipo mais comum. O agente conversa diretamente com o cliente, sem intermediários. Ele pode ter base de conhecimento, ações, automações e transbordo para humano.

Use quando você tem um único fluxo de atendimento ou quando as especialidades do agente não justificam dividi-lo em partes. A maioria dos negócios começa com um agente standalone e evolui para arquiteturas mais complexas se precisar.

Leia mais: Como criar seu primeiro agente


Orquestrador

Funciona como um despachante: recebe a mensagem do cliente, entende a intenção e encaminha para o sub-agente especializado. O cliente não percebe a troca.

Use quando você quer que cada parte do atendimento seja cuidada por um agente afiado no seu domínio: um para vendas, um para suporte, um para agendamento. O orquestrador cuida da rota, os sub-agentes cuidam das respostas.

Leia mais: Como usar multi-agentes e orquestração


Sub-agente

É acionado pelo orquestrador quando a conversa entra no seu domínio. Tem prompt, base de conhecimento e ações próprias, independentes dos outros sub-agentes.

Use apenas dentro de uma arquitetura com orquestrador. Um sub-agente solto não atende ninguém diretamente.

Leia mais: Como estruturar um fluxo de multi-agentes do zero


Copilot

Fica do lado do atendente humano, dentro da conversa, e sugere a próxima resposta ou responde uma dúvida do atendente. Ele lê o histórico e a base de conhecimento vinculada. Tudo que ele gera é um rascunho: quem decide o que vai para o cliente é sempre o atendente.

Use quando seu time faz atendimento humano e precisa de apoio para responder mais rápido e com mais consistência. O copilot não substitui o atendente, ele o acelera.

Leia mais: Copilot: IA que ajuda o atendente a responder


Observador

Fica de olho na conversa e, pelas regras que você define, dispara eventos de conversão ou executa ações (webhooks, Google Sheets, Slack, etc.) quando a condição é satisfeita. Nunca fala com o cliente.

É o único tipo que funciona em conversas tocadas por atendentes humanos: quando o agente normal está parado (porque um humano assumiu), o Observador continua monitorando. Cada regra dispara no máximo uma vez por conversa.

Use quando você quer capturar momentos-chave de uma conversa humana sem depender de preenchimento manual: confirmar que um lead foi qualificado, detectar que o cliente ficou insatisfeito, registrar que um agendamento foi confirmado.

Leia mais: Agente Observador: capture eventos e dispare ações automaticamente


Fluxo

O único tipo que não usa IA. Ele segue uma árvore de decisão que você monta num editor visual: menus com botões, mensagens fixas e caminhos pré-definidos. No WhatsApp, as opções viram botões nativos ou listas interativas. Sem custo de IA por mensagem.

Use para triagem inicial, FAQ com respostas fixas e roteamento por departamento. Um dos nós da árvore pode entregar a conversa para um agente de IA, então dá para combinar os dois: o Fluxo faz a triagem e a IA cuida da conversa aberta.

Leia mais: Agente de Fluxo: árvore de decisão com botões, sem IA


Quantos agentes posso ter?

Cada agente, de qualquer tipo, ocupa um espaço no limite do seu plano. Veja os limites em Diferença entre os planos.


E depois?